Alô, Alô Carnaval

25 out 2010

Esse clássico musical de Adhemar Gonzaga conta a dificuldade de dois autores que procuram um empresário para “sustentar” a revista musical Banana da Terra. Quando encontrado, o empresário recusa a oferta porque está aguardando uma grande atração francesa. Como o número não acontece, ele é obrigado a reconsiderar sua decisão anterior, promovendo a revista. Carmem e Aurora Miranda atuam nesse filme, cantando músicas como Querido Adão e Cantores de Rádio.

Ficha Técnica

Título original: Alô, Alô Carnaval
Gênero: Musical
Lançamento (Brasil): 1936
Estúdio: Cinédia
Distribuição: D.F.B. Distribuidora de Filmes Brasileiros
Direção: Adhemar Gonzaga e Wallace Downey
Roteiro: Ruy Costa e Adhemar Gonzaga
Produção: Cinédia
Fotografia: Antônio Medeiros, Edgar Brasil e Vitor Ciacchi
Edição: Ruy Costa

Elenco

Jayme Costa (Empresário)
Barbosa Júnior (Um dos autores)
Pinto Filho (Um dos autores)
Oscarito (no Cassino)
Jorge Murad (Contador de piadas)
Lelita Rosa (A morena)
Paulo de Oliveira Gonçalves (Barman – no Pierrô apaixonado)
Henrique Chaves (Crupiê)
Dario Melo Pinto
Maria Gonzaga M. Pinto
Luís Carlos Guimarães
Hélio Barroso Neto
Jaime Ferreira
Olga Figueiredo
Paulo Roberto
Peri Ribas
Alberto Rocha
Ignácio Corseuil Filho
Didi Viana
Bernardo Guimarães
Carlos de Oliveira
Hervê Cordovil
Lair de Barros
Aniceto
Francisco Alves
Lamartine Babo
Luiz Barbosa
Dircinha Batista
Linda Batista
Carmem Miranda
Aurora Miranda
Elvira Pagã
Rosina Pagã
Almirante
Heloisa Helena

Pôsters

Premiações

Curiosidades

– Números musicais:
“Mimi” (fox) (Ary de Calazães Fragoso) com Luiz Barbosa; “Pierrô apaixonado” (Noel Rosa e Heitor dos Prazeres) com Joel de Almeida e Gaúcho; “Não beba tanto assim” (Geraldo Decourt) com as Irmãs Pagãs; “Seu Libório” (João de Barro e Alberto Ribeiro) com Luiz Barbosa; “Maria, acorda que é dia”, de João de Barro e Alberto Ribeiro com Dulce Weytingh, acompanhada de Joel e Gaúcho; “Maria, acorda que é dia” (João de Barro e Alberto Ribeiro) solo de piano com Heriberto “Muraro”; “Molha o pano” (Getúlio Marinho e Cândido Vasconcellos) com Aurora Miranda, com o conjunto regional de Benedito Lacerda; “Negócios de família” (Assis Valente e Hervê Cordovil) com o Bando da Lua; “Tempo bom”, (João de Barro e Heloísa Helena) com os Bêbados; “Teatro da vida” (A. Vitor) com Mário Reis; “Comprei uma fantasia de pierrô” (Alberto Ribeiro e Lamartine Babo) com Francisco Alves, dançando com Dulce Weytingh; “As armas e os barões” (Alberto Ribeiro) com Lamartine Babo e Almirante; “Amei” (Erastótenes Frazão e Antônio Nássara) com Francisco Alves; “Muito riso e pouco siso” (João de Barro e Alberto Ribeiro) com Dircinha Baptista, com Os Quatro Diabos; “Pirata da areia” (João de Barro e Alberto Ribeiro) com Dircinha Baptista, com Hervê Cordovil e orquestra; paródia da “Canção do aventureiro”, de O Guarani (Alberto Ribeiro) com Barbosa Júnior com Muraro ao piano; “50% de amor” (Lamartine Babo) com Alzirinha Camargo; “Não resta a menor dúvida” (Noel Rosa e Hervê Cordovil) com o Bando da Lua; “Manhãs de sol” (João de Barro e Alberto Ribeiro) com Francisco Alves e Hervê Cordovil com orquestra; “Sonhos de amor” (Franz Liszt) com Jayme Costa, de travesti, com voz de falsete de Francisco Alves; “Cadê Mimi” (João de Barro e Alberto Ribeiro) com Mário Reis; “Querido Adão” (Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago) com Carmen Miranda; “Cantores do rádio” (João de Barro, Lamartine Babo e Alberto Ribeiro) com Carmen e Aurora Miranda, com a Orquestra Simão Boutman, “Fra Diavolo” (João de Barro, A. Martinez e Alberto Ribeiro) com Mário Reis.

– “Palpite infeliz”, de Noel Rosa, seria também uma das músicas do filme, a ser interpretada por Aracy de Almeida, que a cantaria, no papel de lavadeira, estendendo roupa no varal. A cantora desistiu de participar do filme e Noel Rosa retirou a canção do filme.

– Com o título original de “O Grande Cassino”, o primeiro dia da filmagem de “Alô! alô! Carnaval!” foi a 14 de outubro de 1935.

– Este clássico musical teve uma pré-estréia a 15 de janeiro de 1936, à meia-noite, no Cinema Alhambra, do Rio de janeiro, logo depois de a fita ter saído do laboratório.

– Estreou no mesmo Alhambra, a 20 de janeiro de 1936, e no Alhambra, de São Paulo, a 3 de fevereiro de 1936, onde ficou quatro semanas.

– Em 1974 foi feita uma restauração do filme, sob a supervisão pessoal de Adhemar Gonzaga, com Jayme Justo na montagem, sendo a pesquisa e coordenação geral de Alice Gonzaga Assaf, recebendo em 1975 o certificado de censura nº 80.644.

– Entretanto, não era a edição original do filme lançado em 1936. Faltava uma metragem equivalente a duas partes referentes a “piadas”. Porém contém ainda os melhores intérpretes da música popular brasileira.

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