Atabaques Nzinga

28 out 2010


Filme musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista Ana chega atraída pelo “chamado do tambor” em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho. Pela estrada da percussão nas locações de Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do negro no Brasil.

Ficha Técnica

Título original: Atabaques Nzinga
Gênero: Musical
Duração: 84 min.
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Riofilme
Direção: Octávio Bezerra
Roteiro: Rose La Creta, Octávio Bezerra
Argumento: Rose La Creta
Produção executiva: Ana Giannasi, Rose La Creta
Co-produção: Olhar Feminino, O. Bezerra Cinematográficas, Skylight Cinema
Música: Naná Vasconcelos
Som: Juarez Dagoberto
Fotografia: Hélio Silva, Guerrinha
Direção de arte: Kátia Alexandria
Figurino: Beto, Anne Gaul
Edição: Sueli Nascimento

Elenco

Taís Araújo (Ana)
Lea Garcia
Naná Vasconcelos
Paulão
Paschoal Villaboim
Mestre Leopoldina
Nestor Capoeira

Pôsters

Premiações

Curiosidades

– Longa-metragem, ficção – 84 minutos- Rain Digital Dolby, Brasil, 2007.

– Colaboração no roteiro de Amílcar Claro e Diário Poético de Elisa Lucinda

– Musicos, dançarinos e bandas que participaram do filme, Paulo Moura, Carmen , Costa, Lia de Itamaracá, Meninas da Didá, Banda Naná Vasconcelos, Zé Neguinho do Côco, Afoxé Ilê Ayê, Balé de Cultura Negra do Recife – BACNARÉ, Majê Molê, Maracatu do Baque Solto, Maracatu Estrela Brilhante, Camunguelo e Ubirani, Grupo do Jongo – RJ.

– Participação Musical de Grupo Bacnaré, Ogans de Cachoeira, Mestre Salustiano, Irmandade da Boa Morte, Ogans do Batefolha, Zé Neguinho do Côco, Moysés Pedrosa, Paulo Russo, Jovi Joviano, Carlinhos 7 Cordas, Mestre Leopoldina e Nestor Capoeira, Noca da Portela, Sanny Alves, Cláudio Camunguelo, Ubirani, Jongo da Serrinha, Bororó e Nelson Sargento.

– Naná Vasconcelos é reverenciado por grandes nomes da música nacional e internacional e reconhecido como o melhor percussionista do mundo, em diversas ocasiões. Considera o corpo e a voz as suas mais preciosas formas de expressão musical, e por isso, não faz questão de contabilizar as dezenas de instrumentos que utiliza. Vários deles são conhecidos, como os tambores e o berimbau. Outros, sem nome, são criações do próprio artista que gosta de utilizar matérias-primas da natureza, como o chocalho de cascas de nozes.

– “Seguindo a fuga dos escravos negros, celebrando a ginga e os rituais, o filme Nzinga, uma assumida homenagem à rainha guerreira angolana Nzinga M Bundi, se justifica por grifar o sentido da resistência cultural expressa em disfarce e segredo, como a sabedoria e a contribuição da Mãe África para a Cultura Brasileira.” do release do filme.

– Nzinga foi uma das rainhas do matriarcado africano, que viveu no século XVI, tempo das navegações, do tráfico negreiro.

– Homenageia os que faleceram nos anos da produção do filme: Hélio Silva, Carmem Costa, Paulão (Paulo Barbosa), Mestre Leopoldina e Cláudio Camunguelo.

– Sinopse extendida:
Filme musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista Ana (Taís Araújo) chega atraída pelo “chamado do tambor” em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho. Pela estrada da percussão nas locações de Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do negro no Brasil. Ana, menina negra recolhida na camarinha do centro de Candomblé, partilha com o espectador seus desejos, lembranças, sonhos e reflexões através de um diário escrito pela poetisa Elisa Lucinda.
O filme é todo tecido sobre a teia da percussão, desde o toque ancestral da religião Candomblé até a música contemporânea Afro-brasileira. As performances de Lia de Itamaracá, das meninas bahianas da Banda Didá de percussão, dirigidas musicalmente pela batuta do maestro Naná Vasconcelos, retratam um Brasil mestiço que ginga protegido pela rainha Nzinga

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