Carnaval no Fogo

18 nov 2010


O Hotel Copacabana Palace é alvo de um plano arquitetado por um bandido internacional que pretende assaltar turistas durante o carnaval. Depois de muita confusão, a polícia consegue evitar o golpe no último minuto.

Ficha Técnica

Título original: Carnaval no Fogo
<Gênero: Comédia Musical
Duração:
Lançamento (Brasil): 1949
Distribuição: U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira
Direção: Watson Macedo
Argumento: Anselmo Duarte
Roteiro: Watson Macedo e Alinor Azevedo
Co-produção: Atlântida Cinematográfica
Música: Lírio Panicali
Sonografia: Sílvio Rabelo
Assistente de Som: Amaury Leenhardt
Fotografia: George (Jiri) Dusek
Câmera: Pedro Torre
Cenografia: José Cajado Filho
Assistente de cenografia: Nicolas Lounine
Montagem: Waldemar Noya, Watson Macedo e Anselmo Duarte
Coreografia: Juliana Yanakiewa

Elenco

Oscarito
Grande Otelo
Anselmo Duarte (Ricardo)
José Lewgoy
Eliana Macedo (Marina)
Modesto de Souza
Rocir Silveira
Adelaide Chiozzo
Jorge Goulart
Marion
Jece Valadão
Márcia Real
Teresinha Pontes
Francisco Dantas
Geraldo Gamboa
Tony França
Navarro de Andrade
Ítalo Fortuna
César de Alencar
Dircinha Batista
Cuquita Carballo
Francisco Carlos
Elvira Pagã
Ruy Rey
Regina Flores
Virgínia Lane
Vocalistas Tropicais
Benê Nunes
Jaime Ferreira
Juliana Yanakiewa
Marion
Júlio Fabri
Ballet Acqualoucos

Pôsters

Premiações

Curiosidades

– “Um filme que, pela sua montagem luxuosa, pela comicidade irresistível das suas situações, pelos seus trepidantes números musicais e pela sua alegria esfusiante, vai deixar o Rei Momo encabulado.” – extraído do cartaz original do filme. “…Estava aberto o caminho para a chanchada. O ano de 1949 marca definitivamente a forma em que o gênero atingiria seu clímax e atravessaria toda a década de 50. Watson já demonstra em Carnaval no fogo um perfeito domínio dos signos da chanchada, misturando habilmente os tradicionais elementos do ‘showbusiness’ e do romance, com uma intriga policial envolvendo a clássica situação de troca de identidade, inclusive reunindo os principais elementos que definiriam a chanchada como gênero de comédia popular: ação, humor e números musicais…” – comentários de Eduardo Giffoni Flórido.

– Estréia de José Lewgoy (1920- ) no cinema. Natural de Veranópolis, RS, inicia sua carreira no teatro, em Porto Alegre, no início dos anos 40. No Rio de Janeiro, inicia sua carreira no cinema em 1949 e não pára mais, constituindo uma das carreiras mais sólidas do Cinema Brasileiro. Quase sempre no papel de vilão, brilha em quase cem filmes, com destaque para Amei um bicheiro (1951), Roberto Carlos em ritmo de aventura (1968), República dos assassinos (1979), mais recentemente A hora mágica (1998), etc. Atua também no teatro e televisão, mas em menor intensidade. Aos 82 anos, está em plena atividade.

Fotos

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