Cinema de Lágrimas

19 abr 2012

cinema-de-lagrimas-poster01Abalado pelo fracasso de sua última peça e por sonhos recorrentes com a mãe que se suicidou, o diretor teatral Rodrigo Ferreira contrata um jovem estudante de cinema, Yves, para ajudá-lo a descobrir o filme a que sua mãe teria assistido pouco antes de morrer. A missão os leva à Cinemateca da Universidade do México, onde vêem melodramas produzidos entre as décadas de 30 e 50.

Ficha Técnica

Título original: Cinema de Lágrimas
Gênero: Semi-Documentário
Duração: 92min.
Lançamento (Brasil): 1995
Distribuição: Riofilme
Direção: Nelson Pereira dos Santos
Assistente de direção: Dora Sverner
Roteiro: Sílvia Oroz e Nelson Pereira dos Santos Produção: Roberto Feith, Laura Imperiale e Alejandro Clancy
Produção executiva: Hilton Kauffmann, Colin MacCabe e Bob Last
Direção de Produção: Aroldo Carvalho
Co-produção: Meta Video Produções (Brasil) e British Film Institute (Inglaterra)
Música: Paulo Jobim
Som: Juarez Dagoberto da Costa
Edição de Som: Carlos Cox
Fotografia: Walter Carvalho
Cenografia: Silvana Gontijo
Direção Artística: Silvana Gontijo
Figurinos: Silvana Gontijo
Edição: Luelane Correa
Assistente de Montagem: Luiz Guimarães de Castro, Gustavo Casançon, César Migliorin e Márcia Bessa
Maquiagem: Cida Freitas e Maria da Conceição de Jesus

Elenco

Raul Cortez
André Barros
Christiane Torloni
Patrick Tannus
Cosme Alves
Sílvia Oroz
Ivan Trujillo

Pôsters

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Premiações

Curiosidades

– Baseado no livro Melodrama: O cinema de lágrimas da América Latina, de Sílvia Oroz

– Orçado em US$ 1 milhão, o filme integra o projeto “O Centenário do Cinema”, com 18 produções internacionais coordenadas pelo British Film Institute

– O filme exibe alguns trechos de 18 filmes latino-americanos, produzidos entre 1931 e 1954

– A pesquisadora Sílvia Oroz assistiu a cerca de 500 filmes para escrever o livro, publicado em 1992, que inspirou o roteiro.

– Sinopse estendida:
Rodrigo é um bem sucedido ator e diretor que, após o fracasso de sua última produção, resolve solucionar um sonho que o atormenta a vida inteira, a memória da mãe que se suicidou após assistir a um filme quando Rodrigo tinha apenas quatro anos. Convencido que o suicídio está relacionado ao filme, ele parte em sua procura com apenas uma informação sobre o filme: um melodrama mexicano feito nos anos 30 ou 40.
Rodrigo, dramaturgo e ator residente no Rio de Janeiro, tem sonhado e lembrado muito de sua mãe ultimamente. Ives, um jovem pesquisador de cinema, aborda Rodrigo pedindo-lhe uma entrevista e deixa seu currículo. Rodrigo convida o rapaz para ajudá-lo em um trabalho. Rodrigo quer assistir filmes antigos, melodramas argentinos e mexicanos que sua mãe, suas tias e as amigas gostavam. Na Cinemateca do MAM, no Rio de Janeiro, conversam com Cosme, que lhes propõe uma visita à filmoteca da Universidade Autônoma do México. Rodrigo e Ives vão para o México e iniciam as sessões de cinema. Depois de um longo dia de sessão, Rodrigo convida Ives para jantar, mas ele não aceita e vai embora apressadamente. No outro dia, Ives chega bem atrasado e, ao fim da sessão, pede a Rodrigo o pagamento da diária do dia seguinte adiantada. Rodrigo, irritado, diz que ele pode voltar para o Rio de Janeiro. Ives se entristece e Rodrigo acaba desculpando-se. Ives vai embora com pressa, e sem falar nada. No dia seguinte, Rodrigo tenta conversar com Ives, mas ele não aceita. Durante a sessão, Rodrigo lhe explica a verdadeira razão da pesquisa. Ele quer achar o filme que sua mãe assistira na noite em que ela morreu. Rodrigo tenta aproximar-se, mas Ives o evita. No dia seguinte, Ives chega atrasado e desanimado. Rodrigo o questiona sobre o que está acontecendo, mas Ives vai embora chateado. No Rio de Janeiro, Cosme entrega a Rodrigo uma fita de video e uma carta que Ives deixara. Rodrigo lê a carta e descobre que Ives está em um hospital entre os doentes terminais. Esconde-se da polícia e de traficantes, e arrepende-se de não ter ficado no México, pois quase entrara nos Estados Unidos. Rodrigo assiste a fita com o filme que tanto procurava e emociona-se. Indo embora, vê um homem parecido com Ives entrando na sala de cinema e resolve entrar também. Rodrigo senta-se para assistir o filme e confunde um desconhecido com Ives. Rodrigo, abalado, continua assistindo o filme, e próximo de seu término, muda de expressão, de humor, ficando alegre e sorridente.

Fotos

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