O Bravo Guerreiro

2 nov 2010

Miguel Horta, jovem deputado da oposição, decide mudar de partido para se infiltrar no governo por julgar que só dentro do poder é que poderia fazer alguma coisa pela causa pública. Um dia recebe em casa a visita de um cabo eleitoral dizendo que pelêgos estão tentando derrubar a diretoria do sindicato, tendo por motivo um projeto de lei de sua autoria. Apesar dos apelos de Clara, sua mulher, Miguel vai para o sindicato, onde os trabalhadores estão reunidos em assembléia geral.

Ficha Técnica

Título original: O Bravo Guerreiro
Gênero: Aventura
Duração: 80min.
Lançamento (Brasil): 1968
Distribuição: Difilm
Direção: Gustavo Dahl
Argumento: Gustavo Dahl
Roteiro: Gustavo Dahl e Roberto Marinho de Azevedo Neto
Produção: Gustavo Dahl e Joe Kantor
Co-produção: Gustavo Dahl Produções Cinematográficas, Joe Kantor Produções Cinematográficas e Saga Filmes
Música: Remo Usai
Fotografia: Afonso H. Beato
Edição: Eduardo Escorel

Elenco

Paulo César Pereio
Mário Lago
Ítalo Rossi
Maria Lúcia Dahl
Paulo Gracindo
Hugo Carvana
César Ladeira
Isabella
Josef Guerreiro
Angelito Melo
Cecil Thiré
Abel Pêra
Milton Gonçalves
Paulo Porto
Antônio Carnera
Antônio Vitor
Carlos Vereza
David Zingg
Edgard Peixoto
José de Freitas
Sérgio Sanz
Flávio São Thiago

Pôsters

Premiações

– Prêmio Especial do Júri (Gustavo Dahl), pela contribuição ao moderno Cinema Brasileiro, IV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1968

– Melhor Diretor, Ator (Paulo César Pereio), Prêmio “Governador do Estado de São Paulo”, SP, 1969
– Melhor Fotografia (Afonso H. Beato), Prêmio “Coruja de Ouro”, INC – Instituto Nacional de Cinema, RJ, 1969.

Curiosidades

– Estréia de Gustavo Dahl no cinema.

– Sinopse extendida:
Miguel Horta, jovem deputado da oposição, decide mudar de partido e se infiltrar no governo, achando que só dentro do poder é que poderia fazer alguma coisa pela causa pública. Numa manhã, em sua casa, Miguel recebe a visita de um cabo eleitoral dizendo-lhe que alguns pelegos estavam tentando derrubar a diretoria do Sindicato, tendo como motivo um projeto de lei de sua autoria. Apesar dos apelos de Clara, sua mulher, Miguel vai para o Sindicato, onde os trabalhadores estão reunidos em assembléia geral. Quando o Presidente do Sindicato consegue superar a situação criada por um pelego, Miguel faz um discurso narrando toda a sua trajetória política e termina dizendo que não é mais indicado para defender os sindicalizados. De volta ao seu lar, percorrendo a casa vazia, vai até a escrivaninha, onde pega um revólver, encostando o cano no céu da boca…

Fotos

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